A Moto Traxx, que entrou no País há cinco anos como importadora da fabricante de motos chinesa Jialing, pretende ter 12% do mercado brasileiro de duas rodas, até 2012. Para isso, a empresa quer fechar o ano com 150 concessionárias e alcançar 250 unidades no ano que vem, com o aporte de R$ 40 milhões. A empresa é uma das revendedoras chinesas que acirram a disputa pelo mercado de motos no Brasil, segmento que tem quase dobrado nos últimos três anos, levando as líderes do setor até a aumentarem sua fabricação para atender à demanda, como fez a Yamaha, que desde julho está com uma segunda linha de produção.
Outra chinesa que também chega com força ao Brasil, inclusive com a construção de uma fábrica, a ser inaugurada em janeiro de 2009, é a FYM Motos. A empresa começou a operar aqui em 2007, mas já estudava a sua entrada havia três anos. A meta é alcançar 6,7% do mercado no ano que vem. "O Brasil tem um excelente mercado, muito grande. A cada três anos o mercado de motocicletas dobra", afirma o diretor comercial da FYM, André Keleti. A meta é ter até dezembro, 80 concessionárias, diante das 53 atuais. o braço de duas rodas da Rodobens. Green Motos, também estuda novas unidades.
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